Entregas Especiais – Capítulo 3 – Banho de Mangueira

Um conto erótico de Kamila Teles
Categoria: Heterossexual
Data: 09/09/2019 20:16:57
Última revisão: 11/09/2019 15:28:51
Nota -

Daisy não se arrependeu de ter transado por dinheiro com o Augusto (o cliente), se tivesse que continuar vendendo seu corpo para ele para poder sobreviver naquela selva, ela o faria sem problemas.

“O dinheiro que ele me deu por duas horas de carícias era quase a metade do que eu ganharia em um mês de trabalho na loja. Tudo bem que foi um dia excepcional e as coisas feitas de improviso — pensava Daisy —, mas não me sinto tão mal quanto achei que ficaria ao partir para uma atitude desesperada. Não bateu nenhum arrependimento nem sentimento de culpa. E o resultado até que foi bem satisfatório.”

No decorrer de uma nova semana, o mesmo cliente solicitou outra entrega para a noite da sexta-feira seguinte. Naquela mesma sexta, ainda pela manhã, Edgar, o patrão, a surpreendeu com presentes e um convite para almoçarem na segunda-feira, era o dia em que ambos folgavam na loja. Claro que ele tentou fazer a entrega discretamente e sem chamar a atenção de outros, porém, sua gentileza com a jovem começava a despertar o interesse dos demais funcionários. A moça curtia a atenção e correspondia de maneira comedida, mas em seu íntimo ela só pensava nos benefícios que aquela relação poderia lhe trazer. Procurava ser cuidadosa, pois sabia que estaria no inferno caso a patroa percebesse o interesse do marido pela funcionária. Óbvio que a corda arrebentaria do lado mais fraco, como sempre acontece.

Quanto aos presentes que a preferida do patrão ganhou: era um vestido, conjunto de lingerie, bolsa e sapatos. Tudo isso era para a Daisy usar no encontro que teriam no almoço agendado pelo homem.

***

Noite de sexta-feira

Ela foi fazer a entrega da cesta de vinhos e queijos do Augusto. Dessa vez foi ele quem fez a oferta para tê-la em sua companhia. Ela já esperava pela proposta e já tinha um sim como resposta. Mas ainda era cedo e a garota tinha outras entregas a fazer. Combinaram que ela voltaria ao final do seu expediente.

“Ele me agarrou quando virei as costas para sair. O seu abraço forte e o contato do seu corpo másculo no meu, despertou-me desejos. Ainda mais quando senti o volume roliço sob suas calças se aninhando em minha bunda. Aquilo mexeu demais comigo, quis sentir seu corpo sobre o meu e repetir a transa da última semana. Não estava segurando o tesão e faltou pouco para dar um foda-se e fugir do trabalho e deitar com ele naquele instante. Mas consegui reunir forças.”

— Me aguarde, lindo, essa noite serei sua até de manhã.

— Esperarei ansioso. E vê se não gasta toda sua energia trabalhando! — falou em tom de farra.

Daisy concluiu sua jornada de trabalho. Passava das 22h30 quando ela retornou à residência do Augusto. Disse que só precisava de uma ducha e depois o compensaria pela espera.

Porém foi ele quem a fez delirar mais uma vez minutos depois.

— Ahhh! O que você consegue fazer com essa língua em meu corpo é de enlouquecer — ela murmurou gaguejando e gozando na boca do homem enquanto se contorcia feito um réptil.

Eles fizeram amor por horas naquela noite. Os intervalos foram apenas para comer e beber, pois ninguém é de ferro.

Antes de adormecer, aninhada nos braços do companheiro, ela foi amável exaltando o homem:

— Você me enlouqueceu da outra vez, mas hoje, fala sério, foi demais — e dormiu com um sorriso no rosto.

Na manhã seguinte (sábado) ela foi direto para a loja. E ao final do expediente daquele dia, Luana, a patroa, deixou suas chaves com a Daisy, em razão de a dona não trabalhar aos domingos e também porque o patrão chegaria um pouco mais tarde ao trabalho. Tudo motivado por uma festa que os patrões iam naquela noite de sábado.

A moça jantou em uma padaria e foi para sua pensão depois das 23h, só pensava em um banho morno e dormir para acordar cedo no outro dia. Contudo, dormiu sem o banho, a residência estava sem água por causa de uma manutenção na rede local.

Daisy chegou uma hora mais cedo na loja naquele domingo para tomar um banho antes de iniciar o trabalho. Seria uma ducha improvisada utilizando um chuveirinho usado para regar plantas, o ligaria à uma mangueira nos fundos da loja.

Após ficar nua, molhou o corpo e se arrepiou todinha com o contato da água fria. Menos mal que era em um dia de verão.

A jovem estava na fase final do seu banho quando ouviu o apito característico do alarme da porta de entrada ao ser aberta. Ficou apavorada pensando que poderia ser algum invasor, pois era muito cedo para ser o patrão. Ela cobriu seu corpo molhado com o agasalho de malha e cautelosamente foi para o salão principal.

A moça quase caiu para trás ao dar de cara com o homem.

— Deus do céu! Você quase me mata de susto — ela falou com o patrão.

Ele a havia segurado no instante em que a moça tropeçou ao recuar assustada. A princípio, o agasalho cobria somente as suas partes mais íntimas, à mostra estavam apenas suas pernas torneadas, de coxas grossas e úmidas. Aquilo já era uma visão agradável aos olhos do homem, no entanto, ela soltou as mãos que mantinham a roupa fechada ao tentar se equilibrar segurando em algo. O agasalho abriu exibindo os seus seios e também seus pêlos pubianos para deleite do patrão.

Daisy conseguiu firmar o corpo com a ajuda dele, se cobriu novamente olhando assustada e envergonhada para o homem. Edgar a abraçou carinhosamente.

— Hei, calma! Você está tremendo.

A funcionária se desculpou por estar tomando banho na loja, depois tentou explicar sobre a falta de água na pensão. O homem a interrompeu no meio da fala e arriscou roubando-lhe um beijo… Ela ficou estática sentindo os lábios dele nos seus, sua mente raciocinava em velocidade tão absurda que até parecia que o homem se movia em câmera lenta. Deduziu que seu emprego estaria por um fio se o recusasse novamente, pois não era sua primeira tentativa desde a sua admissão na loja.

Moderadamente ela correspondeu ao beijo, porém, sentiu aversão às mãos masculinas que percorriam o seu corpo tentando tirar o seu agasalho. Daisy tentou evitar no início, mas quando ele insistiu na tentativa de retirar-lhe a blusa, ela cedeu e ficou à mercê dele. O patrão abriu a roupa e admirou seu corpo, fez carícias em seus seios de mamilos intumescidos pela água fria e posteriormente pela situação anormal. Terminou de despi-la e a puxou pela mão em direção ao seu escritório.

O patrão acomodou-se com a garota em um pequeno sofá. As preliminares foram rápidas e ele a posicionou sentada de pernas abertas sobre seu membro e a penetrou. Seguiram-se troca de beijos e frases sem sentido enquanto o homem segurava em sua bunda a fazendo subir e descer continuamente.

De olhos marejados, Daisy não conseguia sentir-se em uma relação sexual e, sim, como se pagasse uma penitência. Ela fez a sua parte dando gemidinhos e remexendo sobre o membro firme que entrava e saia cada vez mais rápido de dentro de sua vagina.

Edgar chegou ao clímax, seus movimentos ficaram suaves, lentos e por fim ficou estático. A garota sentiu os últimos espasmos do pênis que perdeu a rigidez e tamanho. Considerou aquela etapa como cumprida.

O homem envolveu a menina com um braço colando o corpo quente e macio ao seu, com a outra mão afagou os cabelos longos e castanhos do anjinho ainda ofegante que repousava a cabeça tombada em seu ombro. Ele sorriu satisfeito com aquela loucura e o prazer que ela lhe proporcionou.

Durante aquele dia de trabalho, Daisy comentou o quanto era ruim a pensão em que residia. Que sentia medo de ser abusada por homens e até por mulheres que lá viviam.

— Você precisa arrumar um lugar melhor para morar — falou o patrão.

— Eu sei, mas não tenho como fazer isso sozinha. Você me ajuda a ir para outro lugar?

Ele não teve tempo de responder, foram interrompidos por um outro funcionário, contudo, o semblante dele a deixou com a impressão de que a resposta seria um sim.

A garota saiu para mais uma entrega naquela manhã. Aproveitou os momentos solitários para conversar com seu eu interior:

“Meus interesses são momentâneos, dedico minha atenção integral somente às necessidades básicas do meu dia a dia. Não sinto necessidade de diversão ou lazer e nem de envolvimento amigável com pessoas; ainda reside raiva e amargura dentro de mim. Faço planos para ter segurança e estabilidade em um futuro próximo, mas nesse instante, o que posso fazer é continuar vivendo apenas um dia de cada vez.”

E com o Augusto, será que ainda era só um negócio?

Ela se recusava a responder à questão ou até de pensar a respeito.

Continua Amanhã.

Capítulo Anterior: Entregas Especiais – Capítulo 2 – Cesta do Amor

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